Guerra racial e discriminação? Um grito de alerta
CONVIVÊNCIA HUMANALeon Frejda Szklarowsky É inconcebível que, na alvorada de novo milênio da era vulgar, com descobertas científicas inimagináveis, ainda haja guerras religiosas, raciais e de opiniões e os homens de todos os credos, cor, origem e formação não se dêem as mãos e entrelacem suas almas e pensamentos, numa só vontade: paz e felicidade para toda a família humana, reconhecendo a sentença bíblica e a de todas as religiões de que Deus é eterno e será reconhecido Rei de todo o Universo e Um só será seu Nome e reinará para sempre. É inconcebível que se não respeite a liberdade de cada um ser o que é ou seguir seu próprio caminho. Meus caros irmãos e amigos Honra-me, sobremaneira, estar presente no encerramento da 41ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, na qualidade de vice - presidente da Associação Cultural Israelita de Brasília ACIB, representando a comunidade judaica, por especial deferência do seu Presidente, Dr. Samuel Goldner. Muito obrigado. |
O estrangeiroLeon Frejda Szklarowsky O estrangeiro residente no País goza, como o brasileiro, dos direitos e das garantias fundamentais inscritas na Lei Máxima, o que é muito louvável e demonstra a índole de nosso povo. Não faz distinções entre as pessoas, no que diz respeito à liberdade, à segurança e à propriedade. Mais diz a Constituição, quando não exclui outros direitos e garantias decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que o Brasil seja parte. A Emenda Constitucional 11/96 permite que as universidades e as instituições de pesquisa científica e técnica admitam professores estrangeiros. O estrangeiro, na forma da lei e nos casos e sob as condições que esta impuser, poderá adotar. Poderá naturalizar-se, adquirindo a nacionalidade, desde que a requeiram. Não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião. Não obstante, não podem alistar-se como eleitores e, portanto, não podem usufruir da plena cidadania. Brasília |
Expulsão de estrangeiroLeon Frejda Szklarowsky O Presidente da República, pelo Decreto nº 3447, de 5 de maio de 2000, delegou competência ao Ministro da Justiça, para decidir sobre a expulsão de estrangeiro do País e sua revogação. |
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ACORDARLeon Frejda Szklarowsky Poema aos meus queridos amigos, imaginando-os declamarem com a alma e o espírito envoltos pela alegria de viver e não esmorecer, por nada, alçando os píncaros, como o condor que nunca se cansa e jamais se deixa abater. Quem me dera acordar todos os dias com o cantar dos alegres pássaros. 29/04/2000
O canto dos poetas e escritoresLeon Frejda Szklarowsky Onde estou, agora, com tanta gente à minha volta? 20/05/2000 |
Amor é música é amor é calda é sumo: infinitas cores de sol verão. Amor é brisa, amor é bálsamo é fogo e ardências, e não se vê e mas se sente. Amor é luz, amor é paz de rosazul da alma gêmea. Amor é ânsias de luz e tez, coração e mel é luz e cheiro de palavras ternas. É trocar de hálitos, permutar momentos. Amor é tudo, amor é mais. Amor é sim, amor é assim. Matéria vida, Infinitude. |
Amada da minha vida, minha querida, perto de você não sinto tristeza, só vejo beleza que me dá alegria. Ao teu lado, sob o teu perfume, o mundo é melhor, a vida, mais doce, a paz, mais serena, a luz tem mais brilho, o amor, bem maior. Juntos, minha querida, sem temores, sem rancores, sou dono do mundo vivo a sonhar. E é só com você que o sonho tem cor, o amor é amor e amor é viver! Wanderlino Arruda |
Orient ExpressQuando os olhos fechar |
pelo Mar Vermelho tragado nas dunas de Beersheva - no saibro onde se secreva - simplesmente abandonado todo nu o ventre todo aberto na plenitude do deserto dos abutres ser festim pelos abutres devorado! Não tenham pena de mim nem de longe nem de perto não quero ser glorificado! Quero ainda e sempre ir um pouco mais além Quero ir a Akabá passando por Belém e ao passar por lá rever Jerusalém! Na boça dum camelo o Neguev voltar a percorrê-lo. Nas Minas de Salomão Assim - de passagem- como fugidio golpe de aragem nessa terra cobiçada numa noite de trovoada refulgir no seu clarão! Levem-me a Eilat tingida dos tons mate da paleta dum Emir e no Golfo de Akabá ver a Rainha do Sabá e de novo repartir Levem-me a Nueba onde a brisa me receba brisa feita morno vento meu último acalento - e de novo prosseguir |
numa viagem que nunca mais acabe! Dahab onde as palmeiras vergadas choram ainda desoladas o meu afastamento De Dahab a Ofira no seu azul safira que um dia partir me vira sem nada ter deixado que a marca do meu corpo doirado nas finas areias dessa paisagem sem ameias onde me quedara enleado De Ofira levem-me ao Suez o Sinai rasgar de lés-a-lés! Levem-me ao faraó que sempre me vira só que sempre só me vira! Levem-me ao faraó que de mim tivera dó e ao longo das marés séculos me carpira! Depois no topo duma pira no jasmim que me transpira na chama que me transfira ter o Egipto a meus pés Que o meu corpo calcinado que o meu corpo denegrido seja pelos ventos soprado pelos desertos recolhido! Voltar a ser ninguém realojar-me no ventre dessa mãe que por engano um dia me parira! E aos testículos do pai também que numa fria noite de Cacém por descuido me cuspira! Rogério do Carmo |
MULHERMULHER! |
PECARSenhor padre ! |
Sílvia Silveira Bragança O mundo,
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TEMPOEscravos do tempo? Panjim, 23 de Setembro de 2000 |
Crónica Poema em homenagem à Márcia Kubitschek
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ParisParis, cidade luz Paris 20/07/2000 |